Se não sabe, fica a saber que…

•  A dolly utilizada para movimentos exteriores de câmara se trata de um vulgar carrinho do Pingo Doce (à venda em qualquer Pingo Doce por uns míseros 50 cêntimos…)

•  O projector utilizado para a iluminação de alguns dos planos é um projector de iluminação de obras de estrada, comprado no Aki de Alfragide por 22 euros…

•  O tripé utilizado com a câmara é um tripé fotográfico com um parafuso solto que, apesar de ter caído em todas as filmagens, nunca se perdeu…

•  A perche (girafa) de microfone não era bem uma perche, mas sim um mastro de microfone…

•  O actor Manuel Duarte ficou com uma das pernas depiladas após a filmagem do episódio dos telemóveis…

•  No último episódio, o cameraman Adriano Gomes foi atacado, em plena Lisboa, por uma mulher louca que insistia em não querer que a imagem dela aparecesse…

•  Após a cena do ataque anterior, Pedro Magalhães (o homem do som) caminhou imponentemente para a dita mulher usando como “arma de susto” um saco do Expresso…

•  Os telefonemas para as embaixadas são verídicos…

•  Os textos de abertura dos episódios tiveram de ser revistos e encurtados graças à incapacidade de André Toscano enquanto actor…

•  Num país que sofre uma seca tremenda, todos os dias escolhidos para filmagens de exteriores foram presenteados com chuva…

•  Combinar encontros com mais de uma pessoa para o mesmo dia foi das tarefas de organização mais complicadas…

"Isto com o Spielberg não acontecia!" (André Toscano)

"Como é que é? Fazemos só mais um take?"
(Adriano Gomes)

"Caluda, meninos! Acção!" (Pedro Magalhães)

"Onde é que anda o guião?" (toda a gente)

"Não posso beber isso: tem baixo teor de álcool!"
(António Bettencourt)